sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

JESUS: LOUCO, MENTIROSO OU O DEUS TODO PODEROSO?

Jesus não foi e não é um ser iluminado, ele é a própria e única luz do mundo, nenhum foi como ele.
Ele não veio ensinar nada parecido com o que qualquer outro ousou sequer dizer, ele veio pra salvar a humanidade dos seus pecados (Mt 1:21).
Ele não foi como os outros ditos "iluminados", pois o que ele afirmou foram conceitos muito diferentes do que estes afirmaram. Ele afirmou ser o próprio Deus Todo poderoso, o criador dos céus e da terra e de tudo o que neles há. Ele ensinou que existe apenas um único Deus e deixou claro que Ele próprio também é esse Deus.
Ninguém jamais ousou dizer nada parecido. Na verdade, foi por isso que os judeus o entregaram aos romanos, pois se Jesus fez essas afirmações e elas não são verdadeiras, essa foi a maior blasfêmia já dita pela humanidade. E neste caso, Jesus seria mentiroso ou então um louco. Mas se Jesus é quem Ele afirmou ser, quem os judeus entenderam que ele afirmou ser, então nenhum outro ser que exista no universo pode ser semelhante a Ele, nenhum destes ditos iluminados.
Ou se crê nisso, que Jesus é juntamente com o Pai o único Deus verdadeiro, ou então o julgamento de Jesus não foi tão injusto assim, pois ele seria apenas um mentiroso.
De acordo com a Bíblia, o ser humano tem uma natureza limitada, finita. Como uma mente finita poderia compreender perfeitamente uma mente infinita?

 Isaías: 55. 9. “Porque, assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”.

Deste modo, querer reduzir os propósitos de uma mente infinita como a de Deus a algo perfeitamente lógico e racional à nossas mentes limitadas me parece somente algo infantil.
 Assim como o universo nos espanta em sua complexidade, a revelação deste Deus infinito (Bíblia) igualmente deve nos espantar.
Seria possível, por exemplo, comparar Jesus com qualquer outro líder religioso que já existiu? É impossível afirmar que eles tenham ensinado um mesmo conceito, ou que todos eles levem ao mesmo fim.
 Buda não ensinou que existe um Deus, muito menos um ser supremo pessoal, ele ensinou que esta idéia de algo pessoal é que é o erro,e que tudo faria parte de uma mesma essência e quando perdermos esta idéia do individual nos uniremos a essa essência, atingindo o nirvana, e tudo seria Deus e Deus seria tudo.
Krishna, por outro lado teria ensinado sobre a existência de diversos deuses, num conceito completamente diferente. Maomé criou o seu próprio livro que ensinaria o caminho para a salvação, num conceito igualmente diferente. Qualquer tentativa de conciliar esta com as outras idéias não passa de conjecturas, a busca por alguma similaridade, mas a essência sempre será muito diferente, com o destino final também totalmente outro. E no conceito Bíblico, realmente de difícil compreensão por ser o propósito de uma mente infinita, temos Jesus.

1 Coríntios: 1. 18. “Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. 19. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a sabedoria dos entendidos”.

Ou Jesus era mentiroso, pois afirmou ser o próprio Deus Todo Poderoso e sabia que não era, o que faria com que Ele não fosse o ser perfeito e sublime que imaginamos. Ou Ele era louco, pois acreditava ser o próprio Deus e não era (como alguém que afirme ser Napoleão), o que também destruiria toda a sua credibilidade. Ou então Ele era (é) realmente Deus, e toda a Bíblia esta perfeitamente correta. Aí precisaremos meditar nos propósitos infinitamente incompreensíveis de um Deus infinitamente poderoso abrindo mão de toda a Sua glória para se fazer homem e aceitar ser humilhado pelos seres infinitamente inferiores que criou, até o ponto se ser morto por eles da forma mais angustiante e torturante já inventada, a crucificação.

Filipenses: 2. 5. “Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6. o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7. mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8. e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz”.
 

sábado, 17 de janeiro de 2015

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida

Deus não aceita ninguém que venha a Ele apenas por medo do inferno ou da condenação. 
Deus só aceita aqueles que venham a Ele por reconhecerem o Seu infinito amor e o quanto Ele tem feito por TODOS, inclusive pelo mais cruel pecador. 
Deus criou um universo perfeito,e um planeta perfeito e colocou um ser humano perfeito nele, para cuidar e dominar esse planeta, e Deus disse que tudo o que criou era muito bom. 
Mas o homem se rebelou contra Deus, se tornou egoísta, corrupto, assassino, devastador. 
Temos tudo pra sermos como Jesus foi, seguindo todos os preceitos de amor e respeito, mas alguns de nós se parece mais com um demônio do que com Cristo. E nenhum se aproxima da pessoa que Ele é. 
A Bíblia dá a isso o nome de pecado, que é tudo o que nos distância de Deus. Esse é o mal da humanidade,é disso que temos que nos arrepender.
Por isso, todos merecemos ser condenados, pois todos pecamos contra Deus. 
Mas Ele, em sua infinita misericórdia nos oferece perdão, se nos arrependermos. 
E os que não se arrependem já tem sua porção da graça e amor de Deus, pois permanecem vivos. 
Até o mais cruel ser humano só existe por causa do amor de Deus. 
Em uma complexidade que não tratarei aqui, tudo só pode existir por causa da morte de Cristo na cruz,a maior expressão do amor de Deus. 
Por isso Jesus é o único que pode dizer:

João: 14. 6. Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.